Acordava já com o sol. Arrumava o lanche do filho e o deixava na escola, onde fazia sua primeira faxina do dia. Só chegava em casa bem depois da lua e com o filho já dormindo. Se ela era feliz? Ninguém sabia: não sorria, mas também não chorava. Ela vivia.

É preciso força pra sonhar e perceber que a estrada vai além do que se vê

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4 Respostas to “”

  1. iarinha Says:

    Lindo!

  2. Clarissa Says:

    Menino, como säo bons os contos…
    Tá cada dia mais livre …. mais livro!!!
    A imagem deste me lembrou do filme A banda. vc já viu?
    Bjim

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