Por ele deitado ali passavam sempre animais e pessoas. Uns olhavam, todos ignoravam. Alguém parou um dia e quis saber seu nome. Ele estranhou a pergunta, mexeu o cabelo na testa e abriu os olhos: me chamam de tudo, mas meu nome é João.

Nasci do bueiro, não. Nasci homem, seu moço

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