Vivia sob as censuras de seu homem, de seus filhos, de sua mãe. Um dia, na cozinha, cansada, soltou uma gargalhada. Surpresa, a casa cheia tremeu: era ela com um riso que encarnava a sexualidade na sua falta de comedimentos e que envergonhava os pensamentos puros. Estava rompida desde já e para sempre.

O rio profundo correu o seu corpo: ela estava viva

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4 Respostas to “”

  1. Renata Arruda Says:

    Cada vez que venho aqui, mais lhe acho parecido com Clarice. Adoro tudo! Parabéns!

  2. giselle zamboni Says:

    Bárbaros.
    Enxutos.
    Contos.

    Beijos

    Giselle Zamboni

  3. [ Sanduba ] Um escafandrista | Quero um sanduíche de queijo Says:

    […] indica: Riso dela Eu indico: […]

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