Dormia debaixo dos panos o meu menino: só acordava com o sol já subindo do pé à cabeça. Fugia o rosto pro lado e aí os olhos abriam. Levantava o corpo pra me ver. Eu fingia dormir, mas não perdia o sorriso dele ao me saber ali.

Olha aí, ai, o meu guri, olha aí, é o meu guri

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