Os pretos passageiros espremidos em pé voltavam do trabalho 11 da noite, quando o ônibus freou de repente. No meio da avenida, uma luz branca forte brilhava. O motorista, dos pretos o mais velho, parecia estar em transe. A mulher sentada perto da trocadora, a única que não parecia estar assustada, repetia alto: Oxalá, Oxalá, Oxalá.

Me apresente um deus que dance e nele acreditarei

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Uma resposta to “”

  1. iarinha Says:

    Gostei desse.

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